Mesmo na paz da paróquia de São Miguel Arcanjo, os políticos acabam com a paciência até dos homens de santo sossego, como era o Lázaro marceneiro.--- Político e tiziu em pescaria tiram a gente do sério, ele dizia. E contava por quê.
--- Estava no guapé, bem sossegado. De repente, um tiziu pousou na vara de pescar. Ficou pulando, pra cima e pra baixo, igual político: tiziu!tiziu! Mas, que tiziu danado de chato. O peixe mordia a isca e ele lá na vara de pescar saltava e atrapalhava a fisgada: tiziu, tiziu. Aí eu perdi a paciência. No que o tiziu pulou de novo, puxei a vara de lado e ele caiu no guapé: tchibum! Político e tiziu é a mesma coisa: é só tirar a base de apoio que ele se estrepa.
Não dá para confundirmos as coisas - a discriminalização do uso das drogas e o cerco ao fumante de cigarros são coisas bem distintas.
ResponderExcluirSe formos levar por esse lado, lado conservador da coisa, deveria-se de uma vez por toddas proibir o uso de cigarro e bebibas alcoólicas e pronto. Não resolveríamos nada, apenas criariamos mais outri problema.
O tráfico tem mais a perder que ganhar com a discriminalização, por isso não sairá do papel tão cedo tais iniciativas.
Quanto ao cigarro, muitos reclamam, sobretudo em locais fechados, e, nesse caso, o usuário dessa droga deve passar a discernir entre o seu espaço e o dos demais, sempre.
E para tirar a base de apoio é muito fácil, sobretudo quando essa base é fictícia.
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